Na semana passada, a prefeita em exercício de Mauá, Alaíde Damo, seguiu usando sua tesoura no secretariado de Átila Jacomussi (afastado por problemas com a Justiça – mesmo depois de solto, ele ainda não pode reassumir a prefeitura).

Alaíde exonerou o agora ex-chefe de Gabinete e da Secretaria de Comunicação, Márcio de Souza (PSB). Tratava-se de um dos funcionários mais próximos de Átila, e o mal-estar ficou bem visível entre os aliados da família Jacomussi.

Também perdeu sua cadeira o secretário adjunto da Pasta da Administração, Marcos Eduardo Camargo Maluf.

Nos corredores do Paço Municipal, o clima é de ruptura política. Nesta semana, o pai de Átila, Admir – que também é presidente da Câmara Municipal – disse que a prefeita está descumprindo o acordo firmado entre os grupos.

Átila foi preso na Operação Prato Feito, conduzida pela Polícia Federal. Foi solto por ordem do ministro do STF, Gilmar Mendes, mas está impedido de retomar o mandato por determinação do Tribunal Regiona Federal da 3ª Região.

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