Viemos de uma série de anos difíceis. 2018 foi cansativo por vários motivos. Sem dúvida, um dos mais evidentes foi o familiar.

As famílias testemunharam conflitos de diversas naturezas. Algumas rusgas políticas, outras por divergências de ideias e costumes – vivemos um tempo de transformações.

E todas as mudanças trazem com elas as rupturas. Os términos de ciclos. As histórias que se findam.

Esse tempo é sempre um tempo para refletir. Afinal de contas, o que é mesmo importante?

Os laços humanos, o abraço do irmão, ou o orgulho por ter este ou aquele argumento “derrotado”?

Na seara dos relacionamentos, da família, das amizades verdadeiras, 2018 traz o ensinamento da tolerância, do perdão. Quem é de verdade, fica. E que todo o resto se recicle, se ressignifique.

Janeiro e todos os próximos meses, estão passando cada vez mais rápido. Você está permitindo que as pessoas saibam o quanto elas são importantes para você?

Ou você não se permite dizer, pelo ego, pelo medo de se mostrar vulnerável?

Abrir o coração, expor seus sentimentos – muito além do que fica bonito nas redes sociais – esse poderia ser um grande projeto para o ano que vem.

Porque pode acreditar, por cima da sua orientação política ou ideológica – no fim, é só isso que conta.

Nessas próximas semanas estaremos de férias coletivas. Voltamos ao trabalho no dia 14 de janeiro. Nossa primeira edição de 2019 vai circular no dia 18. Nos vemos lá!

 

Um abraço fraterno e Boas Festas!

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