Da redação

Considerado uma alternativa, o comércio de produtos usados evita o descarte desnecessário de itens em bom estado e que ainda podem ser úteis para outras pessoas. No Brasil, estima-se que existem cerca de 30 mil lojas virtuais voltadas para a venda de produtos usados ou seminovos, de acordo com levantamento da Loja Integrada (www.lojaintegrada.com.br) – plataforma para criação de lojas virtuais mais popular do Brasil, com mais de 1 milhão de lojas criadas e da XTECH Commerce (/www.xtechcommerce.com).

Para Alfredo Soares, especialista em comércio eletrônico e diretor das duas plataformas de e-commerce voltadas para pequenas e médias lojas, a situação econômica do país é um dos fatores que fez o brasileiro buscar dentro da própria casa itens para comercializar e alternativas para empreender.

Segundo as previsões da OIT, o total de brasileiros desempregados chegará a 13,1 milhões em 2019. “Vender algo próprio que está sem uso é a forma mais rápida de aumentar a renda mensal, sem grandes investimentos de tempo e dinheiro. É possível, por exemplo, abrir uma loja virtual gratuita e vender roupas e acessórios em um brechó online”, comenta.

Além disso, o brasileiro viu na compra dos itens usados uma forma de economia. Comprar um celular usado, por exemplo, pode gerar economia de cerca de 50% a 70% – se comparado com o mesmo produto novo. Outros segmentos que também se destacam são: Games (61%), seguido por Informática, (20%) e Moda e acessórios (7%).

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